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30/12/2025
Nesta segunda-feira (28/12) completam 33 anos da morte de Daniella Perez, filha da autora Glória Perez. A jovem foi brutalmente assassinada pelo, até então colega de elenco, Guilherme de Pádua e sua esposa, Paula Thomaz, motivados pela gravação da cena final da novela “De Corpo e Alma”.
O caso emblemático chocou o país e em 2022 virou uma série documental pela HBO Max, com 5 episódios, narrando a tragédia que ocorreu em 1992. A comoção na época do crime foi tão grande, que gerou mudanças efetivas na legislação brasileira.
A população, liderada pela mãe da vítima, Gloria, reuniu mais de um milhão de assinaturas resultando na alteração da Lei de Crimes Hediondos no Brasil. Com a aprovação no Congresso Nacional, o crime de homicídio qualificado passou a integrar a lista de crimes hediondos, tornando-se inafiançável.
A alteração na Lei dos Crimes Hediondos endureceu punições e restringiu benefícios penais, representando um avanço relevante no combate à violência letal no país.
Relembre o crime:
Guilherme e Paula seguiram Daniella após deixar o Projac, região próxima à Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, e após parar o carro para abastecer, a atriz foi fechada pelo casal, onde levou um soco que a deixou desacordada. A jovem, que na época tinha 22 anos, foi esfaqueada 18 vezes, atingindo pulmão, coração e pescoço. Em seguida, os dois pegaram o corpo da atriz e jogaram em um matagal na Barra da Tijuca.







