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Pai de Henry Borel se pronuncia após mãe do menino se entregar: “Nunca deveria ter saído”

21/04/2026

Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, é ré no processo pelo homicídio do menino, ocorrido em 2021, caso que segue em julgamento na Justiça do Rio de Janeiro




Leniel Borel, pai de Henry Borel, se pronunciou nesta segunda-feira (20/4) após Monique Medeiros da Costa e Silva de Almeida, mãe do menino, se entregar à polícia na 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), na Zona Oeste do Rio. Ela e seu então companheiro, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, são julgados pelo homicídio do menino, morto em março de 2021.

Em um comunicado compartilhado nas redes sociais, ele celebrou a prisão da mulher: “Graças a Deus, a Monique está presa. Ela está voltando para o lugar de onde nunca deveria ter saído. Monique solta é um risco para o processo, para as testemunhas e para a própria busca da verdade. E isso não afronta só a Justiça, mas toda uma sociedade”, iniciou.

“Henry merece justiça e eu não vou parar, não vou recuar, não vou me calar até que ela seja completa. Deixar alguém solto, colocando em risco o processo e as testemunhas, não é só um erro, é uma afronta à Justiça e a toda a sociedade. Seguimos firmes, juntos pelo Henry”, completou Leniel, que ainda agradeceu o apoio recebido.

Em outra publicação, o pai do menino acrescentou: “Eu sigo acompanhando tudo de perto, como pai e como assistente de acusação, porque Henry merece justiça e porque crime contra criança exige resposta firme do Estado. Agora, o que o Brasil espera é objetividade: que o julgamento aconteça, que não haja mais manobras e que a resposta venha na dimensão da gravidade desse crime. Por Henry. Pela verdade. Pela Justiça”.

O retorno de Monique Medeiros à prisão foi determinado pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na sexta-feira (17/4). Ela ficará na Penitenciária Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio. A unidade é a mesma onde ela esteve até o relaxamento da prisão, concedido em março, depois que o julgamento de Monique e de Jairinho foi adiado para 25 de maio, após a equipe de advogados do réu abandonar o plenário.



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