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02/05/2026
O Globoplay entra em 2026 com números que chamam atenção e, mais do que isso, com sinais claros de maturidade. O crescimento acima de 29% em horas consumidas e de mais de 35% na base de assinantes não acontece por acaso.
Existe um modelo em funcionamento, que combina catálogo, produto ao vivo e uma estratégia bem definida de mercado.
Depois de enfrentar um período de instabilidades, especialmente no uso em TVs conectadas, a plataforma conseguiu ajustar a casa. Sem alarde, foi resolvendo problemas que até irritavam o público e retomou o caminho.
Hoje, além de ser vitrine de conteúdo sob demanda, continua como extensão direta da TV Globo, ainda dominante em audiência, agora também no digital.
Nos conteúdos, há um movimento evidente de fortalecimento. A chegada de títulos internacionais amplia o seu alcance e o diálogo com diferentes públicos. No ao vivo, continua um passo à frente de muitos concorrentes. Futebol e grandes eventos, como shows e festivais, sustentam uma oferta que ainda poucos conseguem reunir em um único lugar.
No fim das contas, o Globoplay não só encontrou o seu caminho como passou a ditar o ritmo. Em um mercado cada vez mais disputado, isso faz toda a diferença.







