Notícias
05/05/2026
A decisão que concedeu medidas protetivas à atriz Alanis Guillen contra a ex-companheira, Giovanna dos Reis de Carvalho, traz uma série de determinações e revela o grau de preocupação do Judiciário com a situação. O portal LeoDias teve acesso aos autos e, segundo a Justiça, caso a jovem descumpra as determinações, pode ser presa preventivamente.
Entre os pontos centrais está a obrigação de manter uma distância mínima de 300 metros da atriz, incluindo residência, local de trabalho e demais ambientes frequentados por ela. A produtora também está proibida de qualquer tipo de contato, seja direto ou indireto, abrangendo telefone, redes sociais, aplicativos e até intermediação por terceiros.
Um dos aspectos mais sensíveis da decisão também é a determinação para que não haja qualquer manifestação pública sobre o caso ou sobre a vida privada de Alanis. A medida inclui publicações em redes sociais, entrevistas e qualquer outro meio de exposição, indicando uma tentativa clara de evitar novos episódios de constrangimento ou exposição indevida.
Nos bastidores do processo, a decisão ainda prevê que o caso será acompanhado pela Ronda Maria da Penha, da Guarda Municipal do Rio de Janeiro, responsável por monitorar o cumprimento das medidas e reforçar a proteção à vítima.
Outro ponto relevante é que o caso foi encaminhado para investigação criminal, o que pode ampliar as consequências jurídicas para Giovanna. O descumprimento das medidas impostas, inclusive, pode configurar crime e levar à decretação de prisão.
O processo tramita em segredo de justiça para preservar a intimidade das partes envolvidas. Ainda assim, a análise inicial da Justiça aponta indícios de violência psicológica, perseguição e constrangimento, com potencial risco à integridade emocional e à privacidade da atriz.







