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06/05/2026
A Copa do Mundo às vésperas, no campo da TV, também promete disputas interessantes e situações naturais, sem maneiras de poder contornar.
A CazéTV, meio que dona e senhora da situação, chegará com um capital relevante: 104 jogos, metade deles exclusivos, em um pacote que, indiscutivelmente, garante presença e força comercial.
Só que, por outro lado, enfrentará a concorrência direta da TV aberta, justamente nas partidas que, para o nosso telespectador, serão as mais importantes, como a abertura da competição, a sua grande final e os encontros do Brasil.
Isto, e sem poder escapar, do inevitável delay do digital e de toda diferença que ele poderá representar.
A sua transmissão chegará alguns segundos depois do momento real e, em futebol, isso pesa: o grito de gol, inevitavelmente, vai estourar antes no SBT e na Globo, nas ruas e nas redes.
Um fator, claro, que sempre joga contra e que não tem como ser evitado. Nem disfarçado.
Resta saber como o público em casa irá se comportar diante disso: do volume e da exclusividade que a CazéTV possui ou do imediatismo da TV convencional.
Uma disputa que também promete ser interessante.







